domingo, 14 de agosto de 2016

Sim, o primeiro encontro foi no dia das namoradas

Faz hoje exactamente 18 meses que conheci a pessoa que mudou a minha vida para muito melhor. Foi também logo a partir desse dia que começamos a contabilizar o tempo da nossa relação. Um ano e meio de muita ternura e amor, em que a distância não abalou os alicerces do nosso namoro, pelo contrário, fortaleceu-os. 
Neste dia especial, gostava que os quase 9000 km que nos separam fisicamente deixassem de existir.

Sinto falta do teu abraço.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

A certa altura, mudei-me sozinha para outro país com três malas, muito medo e muita vontade de ter uma vida diferente.

domingo, 31 de julho de 2016

Juntas somos mais

Olhando para trás, este último mês pareceu um lindo sonho. Um mês inteirinho com a minha namorada sem que nenhuma de nós estivesse a trabalhar. Sei que não me posso exactamente queixar, porque aproveitamos ao máximo este tempo juntas. Como sempre fazemos, aliás. O facto de vivermos em lados opostos do mundo faz com que cada minuto juntas se torne um momento especial e tentamos tirar o máximo partido disso. Voltar novamente a ter de usar o whatsapp e o skype custa muito. 
Desde o dia em que ela chegou e eu a abracei com uma enorme alegria no peito até ao dia em que a vi subir as escadas rolantes do aeroporto para me desaparecer da vista, posso dizer que fui feliz. Bem sei que parece, e talvez seja, piroso dizer que ela faz de mim uma melhor pessoa, mais feliz, mais eu, mas é isso que sinto sempre que estamos juntas. Ela vê em mim qualidades que eu, por vezes, não sou capaz de ver e, o facto de ela acreditar que eu sou tudo aquilo que ela crê que sou, talvez me acrescente na realidade algo mais e me transforme um bocadinho mais na pessoa que afinal sempre foi suposto eu ser. Gosto de acreditar que a isso se chama amor.
Juro que enquanto ela subia naquelas escadas e se afastava cada vez mais de mim, as cicatrizes no meu peito voltavam a abrir e os meus olhos transbordavam enquanto ela me mandava beijos e eu lia nos lábios dela um I love you silencioso. Ela desapareceu nas entranhas do aeroporto e a maldita solidão voltou. 

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Mais um adeus

E ela foi-se embora, outra vez. Despedimo-nos no aeroporto entre lágrimas, abraços e amo-tes. Fiquei com um enorme vazio no peito novamente e sem a certeza de quando vou voltar a estar com a pessoa que amo. Tem sido esta a nossa vida. Entre os milhares de quilómetros que nos separam e a imensa saudade, lá vêm umas semanas em que posso finalmente acordar com um sorriso no rosto, mas sabe sempre a pouco. Fica, porém, a certeza de que tudo fizemos para que estas memórias permaneçam no cantinho dos momentos especiais. Um dia, haveremos de construir a nossa vida juntas.